Canseira, muita.
Sofrimento a rodos.
Dor, muita dor.
O Golpe.
Estamos KO.
sábado, 18 de janeiro de 2014
ESTRADA DE FARIM INAUGURADA
Ao presidir, ontem, em Jugudul, a cerimónia inaugural da reabilitada e alargada estrada que liga Mansoa a Farim, o Presidente de Transição Manuel Serifo Nhamadjo expressou um profundo agradecimento a BOAD e a UEMOA e à empresa Greenline pela materialização da obra. Obra essa que considera da maior importância para o país e para a subregião.
O Ministro das Infra-Estruturas, Rui Araújo Gomes, encara a estrada como a melhor de sempre.
Falando em nome da Região de Oio, o Governador Regional, Domingos M. Brandão, e o régulo de Mansoa, aladje Joaquim Sambu, exprimiram a satisfação que vai na alma dos residentes. E como as dificuldades ainda persistem, esperam mais do Governo e dos parceiros.
Os financiadores, o banco BOAD, a título de empréstimo, e a UEMOA, donativo, reiteraram o compromisso de continuar a ajudar a Guiné-Bissau na sua estratégia de desenvolvimento.
O Ministro das Infra-Estruturas, Rui Araújo Gomes, encara a estrada como a melhor de sempre.
Falando em nome da Região de Oio, o Governador Regional, Domingos M. Brandão, e o régulo de Mansoa, aladje Joaquim Sambu, exprimiram a satisfação que vai na alma dos residentes. E como as dificuldades ainda persistem, esperam mais do Governo e dos parceiros.
Os financiadores, o banco BOAD, a título de empréstimo, e a UEMOA, donativo, reiteraram o compromisso de continuar a ajudar a Guiné-Bissau na sua estratégia de desenvolvimento.
RESULTADOS DA 1ª JORNADA DO CAMPEONATO NACIONAL
O Campeonato Nacional da Primeira Divisão começou na semana passada e conheceu os seguintes jogos e resultados:
Benfica 5 / Bafatá 1
Balantas 1 / Bula 0
UDIB 1 / Mavegro 1
Porto 0 /Cuntum 0
Estrela Negra de Bissau 1 / Sporting 1
Benfica 5 / Bafatá 1
Balantas 1 / Bula 0
UDIB 1 / Mavegro 1
Porto 0 /Cuntum 0
Estrela Negra de Bissau 1 / Sporting 1
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
A TGB COMEÇA AMANHÃ UMA GREVE DE TRINTA DIAS
Os profissionais da Televisão Nacional da Guiné-Bissau (TGB) começam nesta quinta-feira uma greve de trinta dias para reivindicar três meses de "subsídios"(leia-se salários) em atraso, a efectivação de funcionários e a melhoria de condições laborais.
A propósito, o Secretário de Estado da Comunicação Social, Armindo Handem, esteve esta tarde na TGB para os demover da ideia. De resto, o seu esforço não foi coroado de êxito.
A propósito, o Secretário de Estado da Comunicação Social, Armindo Handem, esteve esta tarde na TGB para os demover da ideia. De resto, o seu esforço não foi coroado de êxito.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
ADEUS, REI EUSÉBIO
Conheci o Rei Eusébio em Benfica, num café que ficava à frente da Residência Universitária de Benfica, a minha residência de sempre. Mostrou-se muito simpático e acessível, o que me encantou ainda mais com a sua pessoa. Até me ofereceu uma carta postal, que autografou, onde aparecia a sair de uma baliza com a bola segurada debaixo do braço, de resto, uma das suas imagens de marca.
O Professor Marcelo Ribeiro de Sousa tem razão quando diz que Eusébio nasceu povo e morreu povo. O Eusébio era de facto a personificação da humildade.
Quanto às homenagens:
ouvi ideias que me agradaram de sobremaneira e seria bom que fossem concretizadas; a saber:
- Uma avenida que ostente o nome do Rei Eusébio;
- Os restos mortais trasladados para o Panteão Nacional;
- O Estádio da Luz passar a chamar-se Eusébio;
- A substituição da Águia por uma imagem de Eusébio.
O Professor Marcelo Ribeiro de Sousa tem razão quando diz que Eusébio nasceu povo e morreu povo. O Eusébio era de facto a personificação da humildade.
Quanto às homenagens:
ouvi ideias que me agradaram de sobremaneira e seria bom que fossem concretizadas; a saber:
- Uma avenida que ostente o nome do Rei Eusébio;
- Os restos mortais trasladados para o Panteão Nacional;
- O Estádio da Luz passar a chamar-se Eusébio;
- A substituição da Águia por uma imagem de Eusébio.
sábado, 4 de janeiro de 2014
AS PERSONALIDADES DO ANO
SEGUINDO O EXEMPLO DE ALGUNS JORNAIS INTERNACIONAIS, DECIDI CRIAR A MINHA LISTA DE PERSONALIDADES NACIONAIS DO ANO, GUINEENSES QUE SE DESTACARAM PELA POSITIVA AO LONGO DO ANO ORA FINDO.
Ei-los:
LUÍS VAZ MARTINS, Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), pela coragem, perseverança, visão, coerência, amor à Guiné e à humanidade. Numa palavra, pelo excelente trabalho desenvolvido à cabeça da LGDH.
ADBULAI SILÁ, escritor.
Foi condecorado em França com a medalha "Chevalier de l'Ordre des Arts et des Lettres", em Julho.
Viu o seu livro "As Orações de Mansata" encenado em Portugal (Coimbra, Braga, Évora e Campo Benfeito).
Publicou "Dois Tiros e Uma Gargalhada".
MARAM MANÉ, Directora da Escola Nacional de Saúde (ENS), pela descentralização da escola através do Projecto Sul, iniciado com o Polo Bolama (2010), continuado com o Polo Catió (2012) e concluído com o Polo Empata (2013), tudo, localidades remotíssimas e esquecidas, onde falta quase tudo, a começar nas acessibilidades.
BACARI SANHÃ, treinador dos Balantas de Mansoa, campeões nacionais da Primeira Divisão Nacional de Futebol.
O campeonato não começou de feição para os Balantas. Até porque o Benfica mostrava-se um gigante, ganhando e praticando um futebol bem vistoso, com o "quota" Benté a encantar os adeptos sempre que entrava para "acabar" de vez com a equipa adversária. Os Balantas, como uma gota, foi batendo, batendo, batendo, até que "furou" a rocha benfiquista que parecia de todo inexpugnável.
ARMINDO TUÉ NA BAGNA (BRUMA), futebolista.
Foi um ano inesquecível para o luso-guineense, que teve um desempenho fora de série tanto no Sporting como na Selecção Nacional Portuguesa de Sub-21, exibições que redundaram na sua tranferência milionária para o Balatassaray, da Turquia.
E JÁ AGORA:
JOSÉ RAMOS HORTA, Representante Especial do Secretário-Geral da ONU
Pelo empenho na resolução dos graves problemas político-militares que minam o país.
GOVERNO TIMORENSE
Pela presença inesperada e oportuníssima; pelo dinheiro, kits eleitorais, pessoal técnico e um membro do Governo para acompanhar de perto o desenrolar do censo eleitoral.
Ei-los:
LUÍS VAZ MARTINS, Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), pela coragem, perseverança, visão, coerência, amor à Guiné e à humanidade. Numa palavra, pelo excelente trabalho desenvolvido à cabeça da LGDH.
ADBULAI SILÁ, escritor.
Foi condecorado em França com a medalha "Chevalier de l'Ordre des Arts et des Lettres", em Julho.
Viu o seu livro "As Orações de Mansata" encenado em Portugal (Coimbra, Braga, Évora e Campo Benfeito).
Publicou "Dois Tiros e Uma Gargalhada".
MARAM MANÉ, Directora da Escola Nacional de Saúde (ENS), pela descentralização da escola através do Projecto Sul, iniciado com o Polo Bolama (2010), continuado com o Polo Catió (2012) e concluído com o Polo Empata (2013), tudo, localidades remotíssimas e esquecidas, onde falta quase tudo, a começar nas acessibilidades.
BACARI SANHÃ, treinador dos Balantas de Mansoa, campeões nacionais da Primeira Divisão Nacional de Futebol.
O campeonato não começou de feição para os Balantas. Até porque o Benfica mostrava-se um gigante, ganhando e praticando um futebol bem vistoso, com o "quota" Benté a encantar os adeptos sempre que entrava para "acabar" de vez com a equipa adversária. Os Balantas, como uma gota, foi batendo, batendo, batendo, até que "furou" a rocha benfiquista que parecia de todo inexpugnável.
ARMINDO TUÉ NA BAGNA (BRUMA), futebolista.
Foi um ano inesquecível para o luso-guineense, que teve um desempenho fora de série tanto no Sporting como na Selecção Nacional Portuguesa de Sub-21, exibições que redundaram na sua tranferência milionária para o Balatassaray, da Turquia.
E JÁ AGORA:
JOSÉ RAMOS HORTA, Representante Especial do Secretário-Geral da ONU
Pelo empenho na resolução dos graves problemas político-militares que minam o país.
GOVERNO TIMORENSE
Pela presença inesperada e oportuníssima; pelo dinheiro, kits eleitorais, pessoal técnico e um membro do Governo para acompanhar de perto o desenrolar do censo eleitoral.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
KUMBA IALÁ NÃO DEIXA SAUDADES
O Ano Novo não podia começar melhor. Logo no seu primeiro dia não é que o eterno candidato Koumba Ialá anuncia ao país a sua "retirada da vida política e partidária" e a decisão "irrevogável" de não se candidatar às próximas eleições presidenciais e perfilar-se para a lista de "figuras de retaguarda" de um futuro senado, uma vez que, a seu ver, "o país precisa de homens grandes políticos e porque não, de homens grandes militares"!
Contudo, a decisão, bem ao seu jeito, não deixa de ser contraditória, dado que no dia seguinte declarava o seu apoio ao candidato presidencial Nuno Nabian, tendo até prometido fazer campanha a seu lado.
Ao que parece, a sua retirada inesperada da vida política foi forçada pela circunstância de ser uma carta fora do baralho do partido que até há bem pouco tempo liderou como um monarca absoluto - o Partido da Renovação Social (PRS).
Koumba Ialá chegou ao mais alto cargo da nação guineense e o seu partido às rédeas do poder Executivo depois da guerra civil de 7 de Junho de 1998 por cansaço e desespero da família guineense, revoltada com o desgoverno do PAIGC, comandado por João Bernardo Vieira (Nino).
A governação do PRS revelar-se-ia caótica (um nunca mais acabar de decretos presidenciais a exonerar e a nomear ministros; salários que não eram pagos e que continuam ainda por pagar - cerca de nove meses), corrupta (quem não se lembra dos "desvios de procedimento", da "serpente que engolia dinheiro"?!) e tribalista (com a errónea política de discriminação positiva a favor de uns quantos da etnia balanta até aí supostamente marginalizada em benefício da "gente da praça").
O Presidente Koumba Ialá acabaria golpeado por incapacidade e desvario. Ainda assim, não aprendeu com os anos da travessia do deserto. Nas últimas eleições presidenciais de 2012,apurado para a segunda volta, Koumba Ialá lidera o grupo dos cinco contestatários,que, diga-se de passagem, passou das marcas ao não respeitar a decisão final do Supremo Tribunal de Justiça(STJ). E como se fosse pouco, poucas horas antes do Golpe de Estado de 12 de Abril, véspera do início da campanha para a segunda volta do escrutínio, koumba Ialá faz um verdadeiro discurso de guerra ao anunciar que não haveria segunda volta para ninguém. E não houve mesmo! Pura coincidência?!
Koumba Ialá sai de cena pela porta dos fundos, derrotado, temido, odiado e desprezado por muitos e muitos conterrâneos.
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