HOMENS
CASADOS VANGLORIAM-SE, NO LOCAL DE TRABALHO, DAS SUAS PROEZAS SEXUAIS
EXTRA-CONJUGAIS DIANTE DE MULHERES CASADAS, QUE SE RIEM A BOM RIR E DIZEM PARA
OS SEUS BOTÕES: «QUE TOLOS! O QUE
ELES FAZEM À VISTA DE TODOS E DIZEM A
TODOS E A TODA A HORA, NÓS FAZÊ-MO-LO, E BEM, PELA CALADA E SÓ O
REVELAMOS NOS CONFESSIONÁRIOS DAS NOSSAS AMIGAS ÍNTIMAS.»
quarta-feira, 31 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
VIDA DIFÍCIL A DA PLATAFORMA DO PAIGC
"A PLATAFORMA PARA A UNIDADE E COESÃO INTERNA DO PAIGC" ESTEVE NA QUINTA-FEIRA EM GABU, E NO DIA SEGUINTE, EM BAFATÁ PARA DAR A CONHECER AOS MILITANTES DESSAS REGIÕES O SEU ANTEPROJECTO DE ESTATUTO A APRESENTAR NO VIII CONGRESSO ORDENÁRIO, A REALIZAR-SE EM CACHÉU, EM AGOSTO PRÓXIMO, AO QUE TUDO INDICA. A PROPOSTA DE CARLOS CORREIA, TRÊS VEZES PRIMEIRO MINSTRO, LIDERAR O PARTIDO NOS PRÓXIMOS ANOS E DE O FUTURO PRIMEIRO MINISTRO SER ESCOLHIDO PELO COMITÉ CENTRAL NÃO AGRADA A MUITOS CAMARADAS. EM BAFATÁ OS ÂNIMOS EXALTARAM-SE. SÓ NÃO HOUVE CONFRONTO FÍSICO PORQUE LOGO SE ARRUMOU A QUESTÃO. A RIVALIDADE ENTRE OS PRÓ E OS CONTRA ERA BEM CLARA.
RECENSEAMENTO MANUAL "MELHORADO"?
A COMUNIDADE INTERNACIONAL, ATRAVÉS DA CEDEAO, ACABA DE DAR UMA BOFETADA SEM MÃO NAS AUTORIDADES DE TRANSIÇAO DA GUINÉ-BISSAU, IMPONDO-LHE O RECENSEAMENTO MANUAL "MELHORADO". QUE BEM DADA! COMO É QUE UM PÉ DESCALÇO OUSA PEDIR UM PAR DE TENNIS NIKE ÚLTIMO GRITO?! FRANCAMENTE! ASSIM, AS AUSCULTAÇÕES AOS PARTIDOS POLÍTICOS E À SOCIEDADE CIVIL, QUE ESTÃO A SER LEVADAS A CABO PELO PRESIDENTE DE TRANSIÇÃO, NÃO PASSAM DE MERAS FORMALIDADES. POIS, A DECISÃO ESTÁ TOMADA: O RECENSEAMENTE SERÁ MANUAL. AINDA BEM! AS ELEIÇÕES TERÃO MESMO DE OCORRER A 24 DE NOVEMBRO.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
PAIGC FORA DE MODA
Hoje em dia o que está em voga em todo o mundo são as primárias para a liderânça partidária e daí catapultar-se para a Primatura ou Presidência da República. Não é o caso no PAIGC. Pois, o partido acaba de contrariar a tendência, mandando às malvas as primárias que estavam em curso na comunicação social e na "estrada" e lançando, assim, a confusão no partido e no país, como tem sido, aliás, seu hábito.
Pior, que coelho é que tirou da cartola?! o "homi grande bonito do Ninismo". Imagine-se! Carlos Correia que descanse! Já deu o que tinha a dar em termos de liderança.
Os chamados históricos só têm a ganhar, abandonando a ideia errónea de que são os donos do partido. O PAIGC não tem dono. Pelo contrário, é um património nacional.. Os mais novos (dentre eles, os mais capazes, honestos, responsáveis e empenhados) deviam segurar as rédeas, contando sempre com o apoio dos mais velhos.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
O ÚLTIMO TOMBO DO BENFICA
No último fim-de-semana jogou-se para a Taça da Guiné, e para terminar a época o pior possível, os encarnados da capital perderam, imagine-se, com o modesto S. Domingos.
Resultados:
Benfica 1 / 2 S. Domingos;
Bissorã 2 / 1 Mavegro.
O Cantanhes "descansou".
Assim, o S. Domingos, que já está na final, fica à espera do adversário, que sairá do jogo entre Bissorã e Cantanhes.
E é caso para dizer " e tudo o Interior levou": Campeonato, Taça...
Resultados:
Benfica 1 / 2 S. Domingos;
Bissorã 2 / 1 Mavegro.
O Cantanhes "descansou".
Assim, o S. Domingos, que já está na final, fica à espera do adversário, que sairá do jogo entre Bissorã e Cantanhes.
E é caso para dizer " e tudo o Interior levou": Campeonato, Taça...
segunda-feira, 24 de junho de 2013
VIZINHOS CÁ DENTRO
Num belo dia, ainda melhor, belíssima noite de luar, sem o "cucurucu" das aves de mau agoiro, os guineenses foram para a cama com a sua vida simples e pobre de sempre, mais ou menos limpa, mais ou menos arrumada. Casinhas espaçadas quanto bastasse, estendidas ao longo das estradas e avenidas. Uma igreja aqui, outra acolá; uma mesquita aqui, outra ali, na paz e silêncio de Deus e Alá. Os mendigos contavam-se pelos dedos de uma só mão. Os petizes aprendizes de alcorão estavam remetidos ao seu "kau de lei".
De resto, durante toda a noite e madrugada afora não se sonhara nada de especial que prenunciasse fosse o que fosse. Ao romper do dia, os guineenses acordaram atónitos para o pesadelo em pleno dia. "Quê quê isso? - Não era para menos. A sua vida pacata de sempre estava de pernas para o ar.
Armazéns disfarçadas de prédios, quase sempre por acabar, tomavam conta de todo o espaço, faltando ar e dificultando a circulação automóvel e pedonal. Boutiques por todo o lado. Passeios atulhados de vendedores e compradores. Vendedores ambulantes dotados de ubiquidade que não poupavam sequer os doentes acamados. Verdadeiras mulas humanas transportando cargas pesadíssimas, disputando cada pedaço do alcatrão com os veículos, e pondo em perigo a própria vida e a dos outros. Igrejas e mesquitas para todos os gostos e feitios, para dar e vender com o volume dos altifalantes sempre a subir, e a todas as horas de culto, para desassossego dos vizinhos, alguns até com a sorte de levar com duas ou mais ao mesmo tempo. Mulheres mascaradas com a cor da noite africana, escuro breu, para fazer a vontade dos maridos ciumentos varridos. Uma dessas "cancurans" pretos até apareceu no pequeno ecrã da TGB a falar com desenvoltura da greve que havia na saúde, com o seu disfarce de todos os dias e tudo. Não estava identificada. Pudera! Não era preciso. Assim, podia passar por Aicha, Maimuna...
Pior, os guineenses descobriram, finalmente, que eram tudo menos guineenses; que a capital, o aeroporto,as embaixadas, bem como os hospitais e escolas ficavam doutro lado da fronteira. Que os militares - estranhamente bem nutridos e bem fardados, armados até aos dentes - falavam línguas estranhas. Corriam até rumores que asseguravam que o Presidente e os ministros eram estrangeiros ou que tinham sido eleitos por estrangeiros.
"Mas que confusão?!" - Não dava para acreditar.
Toda a calma do mundo era precisa para se poder digerir tamanho caos. "Como se chegou a isto?"- perguntavam-se, incrédulos. "A quem assacar as culpas?!" E os guineenses lá concluíram pelas suas cabecinhas longe de tontas, depois de muito reflectir, exercício a que não estavam de todo habituados:
A parte de leão da culpa só podia ser dos políticos e dos militares. Os vizinhos mais não faziam do que cavalgar a onda, tirando proveito, o mais possível, da nossa "organização desorganizada".
De resto, durante toda a noite e madrugada afora não se sonhara nada de especial que prenunciasse fosse o que fosse. Ao romper do dia, os guineenses acordaram atónitos para o pesadelo em pleno dia. "Quê quê isso? - Não era para menos. A sua vida pacata de sempre estava de pernas para o ar.
Armazéns disfarçadas de prédios, quase sempre por acabar, tomavam conta de todo o espaço, faltando ar e dificultando a circulação automóvel e pedonal. Boutiques por todo o lado. Passeios atulhados de vendedores e compradores. Vendedores ambulantes dotados de ubiquidade que não poupavam sequer os doentes acamados. Verdadeiras mulas humanas transportando cargas pesadíssimas, disputando cada pedaço do alcatrão com os veículos, e pondo em perigo a própria vida e a dos outros. Igrejas e mesquitas para todos os gostos e feitios, para dar e vender com o volume dos altifalantes sempre a subir, e a todas as horas de culto, para desassossego dos vizinhos, alguns até com a sorte de levar com duas ou mais ao mesmo tempo. Mulheres mascaradas com a cor da noite africana, escuro breu, para fazer a vontade dos maridos ciumentos varridos. Uma dessas "cancurans" pretos até apareceu no pequeno ecrã da TGB a falar com desenvoltura da greve que havia na saúde, com o seu disfarce de todos os dias e tudo. Não estava identificada. Pudera! Não era preciso. Assim, podia passar por Aicha, Maimuna...
Pior, os guineenses descobriram, finalmente, que eram tudo menos guineenses; que a capital, o aeroporto,as embaixadas, bem como os hospitais e escolas ficavam doutro lado da fronteira. Que os militares - estranhamente bem nutridos e bem fardados, armados até aos dentes - falavam línguas estranhas. Corriam até rumores que asseguravam que o Presidente e os ministros eram estrangeiros ou que tinham sido eleitos por estrangeiros.
"Mas que confusão?!" - Não dava para acreditar.
Toda a calma do mundo era precisa para se poder digerir tamanho caos. "Como se chegou a isto?"- perguntavam-se, incrédulos. "A quem assacar as culpas?!" E os guineenses lá concluíram pelas suas cabecinhas longe de tontas, depois de muito reflectir, exercício a que não estavam de todo habituados:
A parte de leão da culpa só podia ser dos políticos e dos militares. Os vizinhos mais não faziam do que cavalgar a onda, tirando proveito, o mais possível, da nossa "organização desorganizada".
quarta-feira, 19 de junho de 2013
CARTA FORA DO BARALHO
Carta leve
levezinha
sem eira, nem beira
vogando sem norte
jamais volta à mesa da mão interesseira
que a atirou
sem dó, nem piedade
borda fora do seu coração empedernido.
Assim o "Amor de Transição".
Assim a vida de teso.
levezinha
sem eira, nem beira
vogando sem norte
jamais volta à mesa da mão interesseira
que a atirou
sem dó, nem piedade
borda fora do seu coração empedernido.
Assim o "Amor de Transição".
Assim a vida de teso.
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